terça-feira, 28 de setembro de 2010

Mitos e Verdades sobre Pressão Arterial e como controlá-la.






Cardiologistas esclarecem algumas dúvidas sobre problema comum entre as mulheres




Problemas com pressão é um dos males que mais afetam as mulheres no mundo moderno. O problema fica ainda mais preocupante com o passar dos anos. E com ele começam as muitas dúvidas sobre pressão arterial. Sal aumenta a pressão? O hipertenso pode fazer atividade física? Para esclarecer estas e outras questões, Renato Borges Filho, médico-cardiologista do Hospital Santa Virgínia, respondeu algumas perguntas.



Qual a medida ideal para a pressão arterial?

Depende do perfil do paciente. Para pessoas consideradas saudáveis (sem históricos de doenças), a meta seria 14 por 9; para as com risco alto, o índice é de PA 13 por 8.



Dor de cabeça é sinal de pressão alta?

Pode ser. Mas vale ressaltar que o problema deve ser investigado, pois a dor de cabeça pode ter outras causas não diretamente ligadas à pressão. Caso sinta esse mal por muitos dias, o ideal é ir ao médico.



Pressão alta provoca sangramento nasal?

Sim. Um dos sinais de pressão alta pode ser sangramento nasal inexplicável, devido ao rompimento de pequenos e finos vasos existentes na mucosa do nariz, mais frágeis à elevação da pressão. Isso não inclui o sangramento por trauma ou quando estamos muito gripados.



Pressão alta pode ser controlada apenas com alimentação balanceada e exercício físico?

Em alguns casos sim, principalmente quando os níveis de pressão não são muito altos, ou em pacientes em que o excesso de peso é uma das causas do aumento da pressão.



Hipertensos não podem fazer atividade física?

Eles podem fazer, porém após avaliação de um cardiologista, inclusive, dependendo da idade, com teste de esforço realizado previamente. Além disso, é recomendável o acompanhamento de um  fisioterapeuta.



Musculação ajuda a controlar a pressão alta?

O hipertenso pode fazer musculação apenas após avaliação criteriosa do cardiologista, lembrando que isso pode piorar a hipertensão. Uma sugestão mais adequada para hipertensos controlados é o Pilates associado a caminhada.



Histórico familiar de pressão alta indica que a pessoa será hipertensa?

Ela deve ficar atenta, mas não necessariamente terá o problema, embora o fator genético seja fundamental. Fumo, álcool, sedentarismo, má alimentação e obesidade também são relevantes para determinar quem será ou não hipertenso.



Quem tem hipertensão pode comer sal?

Pode comer, mas em doses controladas. Isso vale também para quem não é hipertenso porque o sal em excesso não é benéfico ao organismo.



O calor faz a pressão cair?

Sim. A alta temperatura provoca vaso dilatação, associada a certo grau de desidratação, ocasionando a queda da pressão.



Quando a pressão está baixa, colocar uma pitada de sal embaixo da língua resolve?

Pode elevar temporariamente o nível da pressão, no entanto, não é a melhor forma de resolver o problema. Para elevar a pressão, o corpo deverá reter líquido e isso não acontece imediatamente com a ingestão de sal. Para amenizar os desconfortos da pressão baixa, é recomendável tomar muito líquido, por exemplo, água e, caso esteja muito constante, deitar-se no chão mantendo as pernas levantadas acima da cabeça.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pilates é minha Paixão



Deborah Secco revelou que está se empenhando no projeto ‘gostosona’ e que precisa engrossar as pernas, segundo divulgou “O Dia”.


“Queria ficar com um corpão. Estou tentando, estou malhando. Mas tenho uma preguiça de academia,  porém fazer Pilates é minha paixão…”, disse a atriz ao jornal. Deborah tem se esforçado para ficar com as pernas torneadas e um coxão, físico da nova personagem na próxima novela das oito.





Ela interpretará Natalie, ex-participante de um reality show, na novela de Gilberto Silva chamada ‘Lado a Lado’. A atriz tem sido vista diversas vezes por semana saindo da Studio de Pilates desde a época em que estava filmando ‘O Doce Veneno do Escorpião’, em que viveu Bruna Surfistinha e protagonizou cenas de nudez.

Para definir os músculos, Deborah investe no pilates todos os dias. Além disso, tem feito uma hora e meia de musculação duas vezes por semana, com acompanhamento de um personal trainer.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010


 Pilates melhora o desempenho sexual




Na hora de pensar em uma atividade física associamos a ela nossa saúde e auto estima, sempre focados no físico. Mas, além desses benefícios, os exercícios podem ser a ajuda para apimentar a relação a dois. O pilates é um ótimo aliado para melhorar o desempenho sexual. Por trabalhar especialmente os músculos da região pélvica (ou do quadril), os exercícios tendem a deixar os praticantes com mais disposição para o sexo.



 Diversos fatores contribuem para isso: o desenvolvimento da capacidade respiratória, uma vez que os exercícios são realizados com uma respiração correta e suave; maior capacidade de concentração; aumento da resistência, da força e da flexibilidade corporal; e redução de dores, como as das costas, por exemplo.



A força que o pilates dará aos músculos da região abdominal e da pelve, muito usados durante a relação sexual, ajuda na sustentação e na durabilidade do ato sexual.



Algumas mulheres sofrem com o relaxamento da musculatura pélvica após a gravidez ou no período da menopausa, o que pode reduzir o prazer durante a relação. Esse problema pode ser facilmente corrigido com exercícios de pilates focados no fortalecimento dessa região. O resultado é um maior conforto e prazer durante o ato sexual. Além disso, com a liberação da serotonina (substância liberada ao praticar atividade física e que está ligada ao humor e ao prazer) há uma diminuição do estresse, que pode ser o maior inimigo na hora H.



A substância propicia uma sensação de bem-estar que certamente contribui para deixar a pessoa mais sensível aos estímulos sexuais.



Os movimentos de abrir e fechar a perna e o de empurrar e encaixar os quadris feitos no pilates trabalha com o períneo e os adutores, os mesmos usados nas posições sexuais. Fortalecer essa musculatura só pode ajudar a melhorar a desempenho na da relação a dois.



Há certas posições sexuais exigem sustentabilidade dos músculos abdominais e dos braços, tanto para mulheres, quanto para os homens. A força proporcionada pelos exercícios do pilates evita, inclusive, as dores no dia seguinte".

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

TÁ TODO MUNDO FAZENDO PILATES COM
 PILATES PLUS

terça-feira, 24 de agosto de 2010


Os muitos sinais do infarto


Dor no peito não é sintoma exclusivo; 25 hospitais vão diagnosticar outros avisos do coração “à beira de um ataque”
 
 

A paciente tinha 66 anos e foi parar no hospital após ter crises de vômito. O motivo para um homem de 69 anos sair às pressas para a unidade de saúde mais próxima foram as dores fortes no braço. Algumas pessoas sentem desconforto nas costas, formigamento na língua ou falta de ar. São sintomas diferentes para a mesma doença: o infarto agudo do miocárdio.



Hospitais brasileiros vão abastecer banco de dados com informações sobre o infarto. Doença mata 315 mil pessoas por ano no Brasil

Diariamente, contabiliza o Ministério da Saúde, 187 pessoas precisam ser internadas por causa das panes no coração e, ao contrário do que a maioria pensa, o sinal prévio do ataque cardíaco não se resume à clássica dor no peito. As manifestações são as mais variadas e confundem doentes e familiares. Por vezes, faz dias que o infarto “avisa” que pode chegar e ninguém se dá conta.

As mulheres, sugerem as pesquisas, são as que mais ignoram os sintomas de que uma falha cardíaca está a caminho, sendo este um dos motivos apontados para o infarto nelas ser 50% mais fulminante do que em homens (de acordo com levantamento feito em 2009 pelo Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo).

A agravante neste cenário de manifestações múltiplas é que receber o socorro médico de forma rápida é peça-chave para conseguir sobreviver ao infarto. Não dar importância para os sinais, portanto, é hábito comum que antecede os casos que chegam tarde demais nos hospitais.


Identificação

Os “avisos” do infarto, tanto em homens como em mulheres, ainda não fazem parte das estatísticas, sendo impossível afirmar quais são os sinais mais freqüentes. Para preencher esta lacuna de informações cardíacas, 25 hospitais brasileiros assinaram um protocolo de parceria para catalogar, de forma minuciosa, todos os casos atendidos e conseguir abastecer a população com informações preciosas sobre o problema grave no coração.

“A dor no peito ainda deve sim ser vista com um dos principais sintomas ou potencial indício de um infarto. Mas outros quadros como suor frio, náuseas, sensação de desmaio, arritmias e até mesmo parada cardiorrespiratória podem ter como causa base o infarto, particularmente em pacientes diabéticos e idosos”, afirma Luiz Alberto Mattos, Coordenador dos Registros Brasileiros Cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Estas informações poderão ser melhor caracterizadas a medida em que o dados forem preenchidos nos diversos hospitais país afora que aceitaram participar do estudo”, completa Mattos que coordena o projeto em parceria com Otavio Berwanger e Helio Penna Guimarães, médicos do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Coração da Associação do Sanatório Sírio de São Paulo.

Por dois anos, todos os hospitais referência em atendimento cardíaco vão abastecer um banco de dados eletrônico com os prontuários médicos e permitir à Sociedade Brasileira de Cardiologia um mapeamento mais preciso da situação da doença no País.

Doença em ascensão

Saber os mecanismos de ação do infarto, avaliam os médicos, é importante para tentar frear a ascensão de casos no Brasil. Entre 2008 e 2009, os casos cresceram de 22.769 registros para 25.253 entre as mulheres, uma alta de 11%.

Os homens também estão mais presentes nas estatísticas, já que eram 39.454 há dois anos e ano passado somaram 43.285 notificações, aumento de 9,7%

O perfil

Ainda que seja consenso entre os médicos que a rotina mais estressante e os hábitos de vida menos saudáveis sejam responsáveis pelo crescimento de casos de panes cardíacas, o perfil do infartado também não é muito claro.

“O perfil atual do infartado no Brasil tem ainda sido muito baseado em dados dos grandes centros urbanos ou dos hospitais de referência nacional, que não necessariamente traduzem a realidade do país”, dizem os médicos Mattos, Berwanger e Pena Guimarães. “Há possibilidade, sim, de existir diferenças regionais nas características das populações”, acreditam.

Com o abastecimento do banco de dados feito pelos hospitais que assinaram a parceria, os médicos acreditam que as particularidades dos infartados serão descritas e que isto pode contribuir também para elaboração de tratamentos mais efetivos regionalmente.


Vantagem em dobro e sem exagero

Com a identificação mais precisa do perfil de quem infarta e, ao mesmo tempo, a “munição” de saber quais são os possíveis sinais do problema no coração pode ajudar a reduzir as mortes provocadas pela doença.

A única ressalva é que o exagero na atenção aos sinais também pode ser prejudicial. Não é saudável achar que qualquer desconforto é um problema cardíaco. Devem ficar mais de “orelha em pé” os que têm antecedentes na família, obesos, diabéticos, fumantes e ex-fumantes. A dica é valorizar o que foge do normal. E na dúvida, sempre deixar o médico descartar se a “dor nas costas” não é nada mais sério.